quarta-feira, abril 13, 2011

[Action] Imagens e Historias


Sword of War and Peace

"Então," o guerreiro vulshoqueano disse, "você é responsável por essa lâmina."
"Tempos desesperados pedem soluções desesperadas," o forja-pontas aurioque respondeu tranquilamente. " Nosso povo é reconhecido por suas habilidades com a forja."
O vulshoqueano examinou a espada cuidadosamente. "Talvez. Mas nós, vulshoqueanos sabemos um pouco sobre armas também." Ele sorriu. "Eu gostaria de sugerir algumas... alterações..."



Omen Machine


"...Eu o chamaria de "goblin" por filosofia, mas ele claramente tinha um propósito firexiano. Ele é energizado por todos os tipos de recursos, sem cuidados aparentes por quantidade. Nós testemunhamos os engenheiros carregando todos os tipos de combustível na máquina – prisioneiros relutantes e corpos sem vida, mercúrio, minério precioso dispositivos mirranianos e firexianos; apesar de Osserid e eu não podermos ver o que ele estava fazendo, o dispositivo não aparentava estar operacional ou fazendo nada além queimar o combustível contido nele.
"Eu queria deixar essa máquina de lado, já que tínhamos sido enviados por nosso Chefes Pensantes para documentar qualquer dispositivo ou tática firexianos que pudessem possivelmente virar a guerra a favor de nossos inimigos; e um dispositivo inativo não valia a pena inspecionar. Os salões ressoaram com gritos e eu disse que deveríamos fazer reconhecimento desses cômodos, apesar de Osserid insistir que deveríamos verificar essa máquina já que a falta de gritos em Firexia era desconfortante. Eu concordei.
"Quando começamos a inspecionar a máquina, ela não estava ativa de forma alguma que pudéssemos notar. Não haviam zumbidos ou movimentos. Longos canos estavam acoplados em suas laterais, mas estes pareciam ocos. Osserid olhou lá dentro, e eu recuei quando seu corpo explodiu em chamas. Ele parecia estar gritando, mas água saía de sua boca e nariz. Seu rosto começou a envelhecer, mas seu do pescoço para baixo começou a encolher. Ele tinha voltado ao estado de infância. Em questão de segundos seu rosto envelhecido ficou imóvel.
"Eu sabia que devia ter saído, mas naquele momento estava imobilizado pela loucura firexiana. Era o segundo dia de nossa expedição, e dos dez de nós que tinham partido, eu era o único sobrevivente. Eu ficaria de luto por eles depois. Rapidamente eu anotei as dimensões do dispositivo e minhas observações, o septuagésimo-terceiro dispositivo que poderia fazer os mirranianos perderem a guerra."
— Lafarius, agente celeste neuroque



Darksteel Relic

Dizem que depois que um dispositivo foi criado por um homem de prata curioso, ele se deu conta da plenitude de seus poderes e começou a refinar sua arte. Apesar do último de seus tesouros ser seu mais valioso. Mantido próximo ao seu peito ele tinha uma influência sobre seus pensamentos, e ele encontrou meditação no eterno jogo de luz ao redor dele e no som que o seguia. Ele não tinha mais um companheiro constante. Mas no tempo devido enfrentou outros poderes unidos aos seus, e na troca de magias terríveis que se seguiu ele saiu pela tangente. Lá, entre a grama de lâminas ele ficou escondido por um tempo, vibrando suavemente.
Outro homem de prata ascendeu em proeminência, apesar de que esse era muito diferente do primeiro. Enquanto fugia das forças que ele tinha enviado para arrasar com sua casa, um leonino jovem e assustado tropeçou nele, chutando-a com seu pé. Nenhum presságio tão fora do comum poderia ser ignorado; Ele exercia uma calma influência. Tudo ia ficar bem. O mundo não iria acabar, não hoje – com certeza essa coisa antiga já tinha suportado mais. Aquela garota iria crescer e tornar-se uma corajosa guerreira, e depois uma kha entre os da sua raça, sempre certa de propósito e abertamente corajosa. Ela não se renderia antes que um simples dispositivo. Dessa forma seu clã se tornou famoso e o dispositivo foi passado adiante – de mão para filha, de filha para filho, até que seu portador fosse retirado inteiramente do mundo e jogado ao chão diretamente em um buraco. Lá ele ficaria na terra por um tempo, vibrando suavemente.
Uma peste negra agora reside calmamente sobre o mundo reluzente, e a esperança e força que seus mestres uma vez compartilharam começam a desvanecer. Mas agora outro a encontrou, outro a detém, outro escuta o zunido confortável que recheia sua mente. Por eras ela perdurou, e ainda assim permanece, ainda assim o anel de órbitas de luz se fecham. O mundo não acabou ainda, ou o dispositivo não estaria aqui. E nele o seu portador pode obter força, inspirado por um símbolo, vibrando suavemente.



Brutalizer Exarch


Walloy Mry



Puresteel Paladin


"Esses tempos negros não duram para sempre. É verdade que as perdas são grandes, mas ainda não perdemos a guerra. Esses são nossos lares, nossas terras e nosso povo. Enquanto houver aço em minhas mãos eu não vou retroceder, e nem você também." – Yavash, Paladino Acordante, para Kemba.



Elesh Norn, Grand Cenobite


"Ah, a gloriosa sinfonia de hinos amargos e aleluias forçados! Veja os ignorantes se ajoelharem quando eu remover seus pés aquecidos! Todos serão abençoados com as dores da redenção! Procure dentro de si mesmo para enxergar a verdade, ou consulte meus padres para que eles abram seu baú e encontre-a para você!" – sermão delirante de Elesh Norn



Caged Sun


Do diário de Jian, curandeiro silvoque:
Eu tenho visto tanta dor, mas aquele aurioque ainda é o que mais me persegue.
Eu nem ao menos sei o nome dele. Ele era apenas um dos muitos que chegavam - apenas uma parte de uma onda constante de mortos e moribundos. Quando eu cheguei ao lado de sua cama, sua respiração estava fraca, seus olhos arregalados e vítreos com a cabeça jogada para o outro lado. Ele não tinha ferimentos aparentes, mas nesses dias de envenenamentos firexianos eu sabia que isso não significa nada. "Como você está se sentindo?" Eu perguntei. Ele continuou a observar. Eu toquei seu ombro com delicadeza. Seu rosto se voltou em minha direção enquanto ele se sentava reto com seu corpo tendo estamos de pânico... Ele provavelmente teria ficado em pé e corrido, caso tivesse a força necessária.
"Eu sinto muito, eu... eu ainda," ele murmurou com voz marejada. "Eu não pensei muito nisso para começar... foi horrível assim como as outras coisas terríveis que estamos enfrentando. Nós teríamos acabado com a maioria deles sofrendo poucas baixas mas fomos complacentes."
"Por favor, deite-se. Você tem que descansar..."
"Sua boca aberta, com a língua púrpura e babando aquela secreção... e... ele..." Ele começou a tremer tanto que sua cama balançava e as lágrimas começaram a rolar pelo seu rosto. "Ele cantou. As palavras... eu não consegui entendê-las mas elas queimavam meus ouvidos. Um refrão de lamentos distantes respondidos..." Ele se virou para mim, me fitando com seu olhar. "Nós logo vimos aqueles que emitiam aqueles lamentos. Então a carnificina começou de verdade." Ele finalmente se deitou novamente. "Eu ainda ouço aquele hino em meus sonhos. Mas a pior parte é que... eu estou quase começando a entendê-lo..."
Ele morreu no dia seguinte. Eu descobri depois que a canção dos firexianos o tinha deixado completamente surdo. Eu frequentemente imagino o que ele escutava... e quase sempre chego a conclusão que não quero saber.



Chancellor of the dross


Jedrin: Eu escrevo para você da cavidade de uma árvore em algum lugar do Emaranhado. Eu estou faminto e cansado, mas devo escrever isso e orar (para quais deuses, eu imagino?) que você a receba.
Vou direto ao ponto: Rey-Goor está às portas da morte. Os firexianos... eles... bem, deixe-me começar do início.
Rey-Goor estava teso como um fio pronto para partir desde que o Congresso da Penumbra desapareceu. Eu sei que você deve ter sentido; talvez seja por isso que você se voluntariou para as tarefas que o levaram para longe de mim. Os xingamentos e lutas alcançaram proporções imensas logo depois que você partiu. Alguma coisa tinha que acontecer.
E finalmente aconteceu quando os firexianos atacaram. Era a oportunidade perfeita, apesar de não desejada, de praticar nossas novas táticas e armas. Primeiro nos controlamos... e então, o general deles chegou.
Era um vampiro... isso eu podia sentir. Mas ele se projetava além do firexianos, sobre nós, cintilando e encurralado. Ele abriu caminho entre nós cortando nossas fileiras como se fosse um ceifador. Eu mal pude evitar uma de suas investidas... e então, eu a vi..
Em uma de suas poucas tiras de carne estava uma tatuagem de uma engrenagem com serpentes... Exatamente igual à uma idêntica usada por Ixthal do Congresso da Penumbra. Próximo dela, uma cicatriz curva, exatamente como a de Unis, companheiro de clã de Ixthal.
Eu acho que foi ai que eu fiquei apavorado e fugi. Estou envergonhado.
Eu não sei se quero que você volte para salvar Rey-Goor, ou se mando você fugir... mesmo que signifique que nunca mais nos veremos. Faça o que tiver que fazer. O que quer que seja, eu ficarei contente.
Eu estou cansado, Jedrin. Eu tenho que entregar isso ao batedor e em seguida descansar. O que eu fizer depois, o que acontecer... vou lidar com isso quando for a hora.
- Sindra



Sheoldred, Whispering One


As solicitações e ameaças levemente veladas de Sheoldred ecoavam como trovão em meus ouvidos, apesar de ela ter falado sussurrando e eu ter tido que me aproximar além do confortável para ouvir aquelas temíveis palavras. Eu sabia que esse dia chegaria – O conhecimento da Sussurradora sobre o que estava acontecendo dentro e fora de seus domínios era vasto. Eu fui tolo em acreditar que pudesse escapar de seus olhos por muito tempo.
Os Aprendizes da Noite praticamente me arrastaram até a sua sala do trono, passando por cada pequeno idiota enfileirado e esperando por uma audiência. Sheoldred deu um sorriso torto e confuso enquanto eu me aproximava e dispensou todos que tinham se reunido para vê-la.
Quando ficamos apenas ela e eu, ela sussurrou "Olá, pequeno espião mirraniano."
Eu congelei. Minha boca começou a ficar seca de repente. E eu podia escutar meu sangue pulsando em meus ouvidos. Eu não esperava que ela fosse tão direta. Eu só pude acenar em resposta.
"Sim, eu sei o que você é. Afinal de contas eu sei tudo. Eu quero que você mate Karn."
"Quem..." Eu tentei perguntar, mas minha voz saiu aos trancos. Eu engoli em seco e tentei novamente. "Quem é Karn?"
"Karn é o usurpador fingindo ser o Pai das Máquinas. Ele é louco e delirante e fraco, e eu preciso que ele morra para assumir seu lugar." Mais uma vez sua sinceridade me chocou silenciosamente. "Claro, que se você negar esse pedido eu posso me sentir menos sobrecarregada com um segredo a menos." Ela deu aquele sorriso estranho novamente. "Meus servos vão lhe mostrar a saída."
Dois Aprendizes da Noite me arrastaram para fora da câmara de audiências. Logo que cruzamos o limiar da câmara a multidão que esperava lá fora novamente se enfileirou silenciosos como a morte. Então nós paramos e um dos Aprendizes da Noite apontou para uma cidadela distante, e em seguida, me empurrou naquela direção. Agora eu nunca voltarei para casa, eu pensei.



Argent Mutation


"Sempre há um ponto na vida de um pai quando ele vê seu filho tão desviado de sua rota original que ele trilhar uma outra estrada não é mais apenas uma possibilidade. Eu fico a imaginar quando meu criador olhou para mim pela primeira vez com júbilo e arrependimento, me vendo incapaz de me tornar nada mais do que eu era. Eu penso sobre isso agora, pois me sinto assim quando olho o meu mundo." – Karn



Vorinclex, Voice of Hunger


"Todos conhecem a fome. A fera rosnando sobre um osso, a terra esperando clamar os ossos da própria besta, as plantas que vasculham seu sangue da lama. Para alimentar, consumir, gerar a força de outro de sua raça – estes não são apenas meros ideias phyrexianos. São preceitos fundamentais do universo!"



Melira, Sylvok Outcast


"Que ironia. Toda a minha vida minha pureza da carne foi zombada como sendo fraqueza. Ser expulso de casa, exilado da família, negado de tudo pelas circunstâncias de meu nascimento – e agora olham para mim como se eu fosse uma luz de esperança na escuridão? Esqueça a força - Eu não sei se tenho a força de vontade para ser o que pedem de mim. Mas seja como for, não há outra alternativa." – Melira



Phyrexian Metamorph

"A forma perfeita é aquela que executa sua função com perfeição. Mas para alcançar tal perfeição, deve-se estar apto a adaptar-se e evoluir até abrigar novos propósitos. E não é só isso, a adaptação não deve ser aleatória, e sim projetada com lógica e razão como suas influências mais importantes." – trecho da Grande Síntese de Jin-Gitaxias



Geosurge


"Koth golpeia suas mãos no solo, de sua pele emana uma energia vermelha. 'Você não vai tomar meu lar. Esse mundo não é para você!' Ao fechar os olhos, ele viu a mana pulsando bem abaixo dele. Apertando seus punhos para pegá-la, ele a puxou com violência. As abominações gritaram enquanto o mundo explodia ao seu redor em uma onda de poder. Mas Koth não encontrou alegria naquela descarga de mana. Uma vitória não seria suficiente, nem uma centena delas. Sua tarefa amarga tinha acabado de começar."



Urabrask, the Hidden


"Os outros pensam que Urabrask é um tolo arrogante que simplesmente anseia por batalhar gloriosamente contra os mirranianos. Mas eu não tenho tanta certeza. A loucura dele é muito metódica ao ponto de me fazer imaginar. Eu vejo um beco sem saída... e não gosto da ideia." - Jin-Gitaxias, Áugure Principal



Chancellor of the Annex


"A igreja de Elesh Norn é uma zombaria à todas as fés. Ela é como uma criança que observando de outro cômodo os mais velhos debatendo em uma reunião importante. Ela vê o ritual mas não sabe o seu significado. E assim como uma criança ela volta ao seu quarto e imita o que viu usando seus brinquedos: fingindo ser uma anciã em uma conferência, apesar de só conseguir imitar os movimentos.
Seu pretexto de fé como justificativa por suas ações é um delírio fútil instigado pela sua falha em entender a vida e o verdadeiro propósito de Phyrexia. Veja seus anjos, soldados perigosos e eficientes, eu devo admitir, mas desnecessários em forma e utilidade.
O anjo era um mensageiro dos céus, distribuindo graça e misericórdia aos fiéis. Até mesmo nas profundezas eu sei disso. Na fantasia de Elesh de ser uma igreja de verdade ela deve também ter anjos, mesmo que eles não distribuam mais graça e misericórdia. Eles tem a forma do mensageiro, apesar de não terem nada a dizer. Sua religião debilitada só serve como uma propaganda desmoralizada de conversão de alguns poucos e para gastar recursos caros; modificando as formas de seus servos para que se encaixem em seu tema religioso.
Minha preocupação não é nada para se considerar com corações pesados, irmão, pois sabemos que quando a resistência cair sob minha sombra e suas chamas, o precioso sonho dela de ser uma linda deusa vai se estilhaçar como sua pele de porcelana." – Sheoldred, para Urabrask

Fonte: ligamagic

6 comentários:

Noah's Cape From Reality disse...

These pictures are amazing. Do you like the background of my blog? Yeah, I fixed that picture and made it look that way. I love art. Can you check out my blog?

Anônimo disse...

Hi there,

Thanks for sharing the link - but unfortunately it seems to be down? Does anybody here at magicandmetal.blogspot.com have a mirror or another source?


Thanks,
Oliver

Fabrício Sepúlveda Gomes disse...

Cara, a história parece até ser boa, mas está MUITO mal escrita. wtf
Btw, muito boas as imagens, onde conseguiu?

Bruno Schepers Melo disse...

Valeu Fabricio,

Aqui peguei o texto na Ligamagic, como o texto não é meu, coloquei igual a fonte.

Grato,
Bruno Schepers
Equipe MagicAndMetal

Fabrício Sepúlveda Gomes disse...

Hum...bacana cara.
Será se acho ele em inglês? Não é desmerecendo o português, mas é que algumas coisas na sua lingua original ficam melhores.

Bruno Schepers Melo disse...

Fabricio,

Realmente o texto em ingles é melhor,
é só vc procurar no site da Wizards que vc encontra o que eu to postando aqui, só que está em varios links diferente, pois geralmente eles estão lançando as imagens e texto toda sexta feira.

Grato,
Bruno Schepers
Equipe MagicAndMetal